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O que é o Programa de Compliance?

O Programa de Compliance FEMME é um canal aberto para denúncias, permitindo que qualquer pessoa, tanto dentro quanto fora do Laboratório da Mulher, faça relatos de maneira anônima ou identificada. Este é o lugar para relatar suspeitas de comportamentos inadequados que violem o Código de Conduta, as Políticas Internas da empresa ou as leis em vigor. Todas as denúncias serão investigadas e garantimos que não haverá retaliação contra aqueles que as fizerem e nem contra os envolvidos.

Caso sua intenção seja apresentar uma reclamação, uma sugestão, um elogio ou solicitar informações sobre o FEMME Laboratório da Mulher, por favor, utilize o Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC): 0800 770 3069 ou, se preferir, acesse o Fale Conosco clicando no botão abaixo.

Unidade Paulista


Av Paulista, 2444, Consolação
São Paulo – SP

Exames especializados
Seg. a Sáb. das 06h às 13h

Análises Clínicas
Seg. a Sáb. das 06h às 12h

Esta unidade conta com um estacionamento parceiro.
Rua Bela Cintra, 1032
Valor: R$10/ 3 horas

A Unidade FEMME Paulista está localizada em um trecho que ficará interditado a partir do dia 26/10/2023 devido a obras no metrô, mantendo-se apenas a faixa de ônibus e o tráfego de pedestres. Se for de carro, sugerimos que estacione no nosso estacionamento conveniado na Rua Bela Cintra, 1032.

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Belle Favarin

“Vivi um câncer de mama em meio ao puerpério, uma fase da vida da mulher naturalmente mais sensível. Eu tinha acabado de ter um neném e não entendia porque estava passando por aquilo. Foi um momento bastante confuso e uma sensação de impotência enorme até perceber que não adiantava eu ficar questionando, eu precisava buscar forças dentro de mim para lutar.

Durante o tratamento, descobri uma mutação genética, a BRCA1. O diagnóstico conduziu a minha cirurgia. Fiz uma dupla mastectomia e, recentemente, retirei os ovários de forma preventiva, devido à probabilidade aumentada de câncer de ovário.

Mesmo com todo o apoio do mundo foi inevitável me sentir fragilizada. É um processo muito difícil e doloroso, que mexe bastante com a autoestima. Foi preciso tempo para conseguir ressignificar a minha história e entender que retirar as mamas não faz de mim menos mulher. Eu sigo sendo inteira. O câncer não pode me definir.

Nesse processo de reconhecimento e aceitação do meu novo corpo, a fotografia foi muito importante. Aprendi a aceitar minhas cicatrizes, afinal, elas me tornam única. Comemorar a cura cinco anos após o diagnóstico, com um projeto tão importante para mim, é uma vitória.”

Cleusa Leite

“No primeiro momento, quando eu recebi o diagnóstico, foi um grande impacto, mas eu tive muito apoio de um amigo médico, que falou que daria tudo certo e haviam muitos tratamentos, ainda mais por ter sido um diagnóstico precoce. Também recebi muito apoio da minha família, dos meus amigos e do meu namorado da época, que participava de corridas de rua. Naquele ano, eu comecei a correr e competir também, o que ajudou muito no processo, e hoje tenho 46 medalhas de corrida.

Além das corridas de rua, meu trabalho foi muito importante naquela época. Meu diretor falava: “Como assim você está trabalhando?”, mas eu escolhi trabalhar para distrair a minha cabeça.

Fiz uma pequena cirurgia e sessões de radioterapia. Quando falei nas redes sociais da minha operação, muita gente me visitou, recebi um super apoio da minha família e isso me ajudou a não me abalar muito. Durante o tratamento, conheci duas mulheres maravilhosas. Eu continuo tomando remédio, mas, se tudo der certo, no fim do ano ele será suspenso e estarei curada.

Participar do projeto foi muito interessante, me veio uma leveza de pensar que eu posso de alguma forma ajudar outras mulheres com essa exposição. Desde o meu diagnóstico, conheci muitas mulheres que tiveram câncer de mama e é impressionante como nós sempre conseguimos passar essa força umas para as outras.”

Alessandra Prado

“Ano passado, decidi investigar se tinha mutação genética no BRCA1, pois tenho histórico familiar de câncer de mama. O resultado: positivo. Fiquei muito impactada e angustiada de ler aquelas palavras aterrorizantes: “risco de até 87% para câncer de mama”.

Passei em consulta com oncogeneticista e mastologista só para ouvir a recomendação que eu já sabia: mastectomia preventiva ou continuar o acompanhamento a cada 6 meses para garantir o diagnóstico precoce caso eu tivesse um câncer.

Na hora que recebi o resultado do exame, já sabia que faria a cirurgia, por mais difícil que fosse me despedir dos meus seios sem sequer ter tido alguma doença. Muitas mulheres não realizam esse exame por não saberem da sua existência ou por não terem acesso, mas eu tive. Saber dessa mutação é ter uma oportunidade de escolha que muitas não têm e, para mim, a prevenção sempre foi a melhor escolha.

Esse projeto maravilhoso da Belle é um jeito lindo de me despedir dos meus seios, que me acompanharam em todo o meu processo de crescer e me tornar uma mulher. Chegou a hora de renascer e florescer sem eles, mas com a tranquilidade de saber que eu fiz tudo que estava ao meu alcance para me prevenir.

Fazer parte disso e ouvir tantas histórias de superação e florescimento me motiva a cada vez mais ajudar a levar informação de qualidade sobre a saúde feminina para as mulheres, incentivar a realização dos exames de rotina e ajudar na conscientização sobre o câncer de mama.”

Patricia Alvim Nobre

“Receber a notícia do câncer não foi fácil, o que afetou foi saber que ia ter que retirar a mama e a preocupação de como seria o tratamento. Era muito vaidosa na parte estética, ficava muito receosa em ficar careca. A autoestima ficou abalada no começo sim, mas procurei fazer trabalhos voluntários e ajudar pessoas, principalmente mulheres que estavam em tratamento oncológico. Eu já sabia do processo, queria dar um conforto, um colo, pois muitas não têm apoio.

Participar deste projeto foi maravilhoso, o nome já diz: Florescer. Conheci mulheres incríveis que passaram pela mesma dor, mas cada qual com suas histórias. Isso nos fortalece. A autoestima vai lá no alto.”

Sonia Marques

“Apesar de me cuidar, de não deixar de fazer os exames todo ano, eu não fiz durante a pandemia. No finalzinho de 2021, comecei a sentir dores no seio e eu já tinha um cisto pequeno no ovário, passei pela minha médica e logo fui encaminhada para uma mastologista.

Não é um diagnóstico fácil e eu confesso que fiquei triste, mas tive todo o apoio dos meus filhos e da minha família e eu tinha que fazer o que era para ser feito. Eu sabia desde o início que teria que tirar um dos seios e operar o cisto, que foi crescendo e me causando muita dor. Quando o médico disse que eu precisaria operar, eu respondi: “Eu quero viver”.

Toda a vida tive cabelão comprido e meus cabelos foram caindo, até que meu filho raspou a minha cabeça. Para a minha surpresa, eu me vi careca e eu não fiquei triste, era o que eu tinha que passar e os cabelos nascem novamente. Fiz terapia com uma psicóloga e contei muito com a minha fé.

Eu tirei muitas fotos, tinha na minha cabeça a vontade de registrar o meu corpo mas eu não sabia como, não sabia para quem pedir, era um sonho que eu ainda não sabia que esse projeto ia realizar. Eu me senti florescer sim e foi muito importante participar junto com mulheres que passaram pela mesma experiência.

Tenho muito a agradecer às pessoas que, ao decorrer desse tempo, me deram todo o apoio. Me recuperei bem da cirurgia e agora vou passar pelo processo da reconstrução e estou ótima. Desejo de todo o coração que todas as mulheres que passarem por essa experiência sejam muito abençoadas e iluminadas.”

Marcella Artigas

“As sensações após o diagnóstico foram bem misturadas, confusas. A princípio o sentimento era mais de medo e tristeza do que qualquer outra coisa. Com o passar do tempo e início do tratamento, veio a angústia com a parte estética. A autoestima com certeza fica abalada. A incerteza sobre o tratamento e possíveis sintomas e a retirada dos seios nos colocam “à prova” a todo momento.

É bem difícil ressignificar a autoestima, acredito que seja um trabalho diário a partir do diagnóstico. Saber que não serei mais a mesma e que terei que lidar para sempre com as novas cicatrizes. O que eu faço é procurar pensar em quantas possibilidades, vitórias e mudanças eu enfrentei e superei. Penso em como sou mais forte a cada dia… E, por isso, também mais única.

Participar do projeto Florescer foi uma grata surpresa. Fiquei sabendo dele poucos dias antes, e confesso que, a princípio, fiquei receosa em topar. Mostrar para o mundo minhas cicatrizes e detalhes tão profundos do meu processo não é uma tarefa fácil. No entanto, me senti super bem e acolhida. O ambiente, as pessoas e as fotos em si foram muito bacanas. Com certeza encontrar com pessoas que estão passando pelo mesmo nos dá forças para continuar com um sorriso no rosto, esperança e força.”

Candida Galvão

“Não tive tempo para processar, pois quando fui para a cirurgia não tinha diagnóstico fechado. O médico apenas me informou que se fosse câncer ele iria fazer a mastectomia sem a reconstrução mamária. Quando acordei e ele me disse que era câncer já sabia que estava sem uma parte de mim. Só consegui me olhar por inteiro uns 20 dias depois.

No início, foi desafiador olhar no espelho, mas aos poucos fui me acostumando com meu corpo, com a falta do seio e dos cabelos. O apoio, o carinho e o amor do meu marido, das minhas filhas, dos meus genros e das minhas amigas me ajudaram a entender que o importante era estar viva! Fui o centro de um círculo de amor muito grande, assim, minha autoestima foi pouco abalada.

Foi uma honra participar deste projeto. Espero que as mulheres vejam que o câncer é apenas uma vírgula na vida e não um ponto final! Mesmo sem um seio, me sinto maravilhosa. Me sinto uma mulher incrível.”

Débora Pieretti

“Quando recebi o diagnóstico, me revoltei e fiquei muito triste pós cirurgia, depois de ver que não foi feita a reconstrução. Perder os cabelos foi ainda pior que a cirurgia, mas quando ganhei uma peruca, me senti de volta. Isso me inspirou a criar minha ONG, Amor em Mechas, que ajuda a elevar a autoestima das mulheres que estão passando pelo o que passei.

Participar deste projeto foi maravilhoso, ter a oportunidade de mostrar para outras mulheres que tenho uma cicatriz sim, mas a minha essência é a mesma e sempre foi. O florescer é diário… Só floresce semente que é regada. Neste caso, todas as participantes foram regadas com muito acolhimento, com muito amor… Amor por Ela.”

Erica Alves Perestrelo

“Receber o diagnóstico não foi nada fácil , a vida de repente vira de ponta cabeça. Eu achava que, por não ser apegada ao cabelo como outras mulheres, seria mais fácil. Mas não, segurei até o cabelo começar a ficar bem falhado e confesso que me arrependi de não ter raspado antes, porque o processo de perder o cabelo foi doloroso demais, tufos e mais tufos a cada banho ou passada de mão. Raspar foi um grande alívio, mas eu sabia que, a partir daquele momento, me olhar no espelho seria um lembrete diário que estava doente. Com relação ao seio, após o exame genético dar negativo eu sabia que minha cirurgia seria mais conservadora, que não mudaria muito a aparência, isso me tranquilizou um pouco.

Meu foco sempre foi a cura e eu sabia que as transformações no corpo eram um preço relativamente baixo para ter a oportunidade de continuar vivendo. Falando parece até fácil, né? Mas foi um processo de aceitação ao longo dos meses. Usei truques de maquiagem para ajudar a me sentir mais bonita e tinha turbantes de diversas cores e estampas que combinavam com os looks do dia. Levantei a cabeça e disse para mim mesma que tinha certeza que seria apenas uma fase e que tentaria levar tudo da melhor forma possível.

Foi incrível participar deste projeto, conhecer outras mulheres, um pouco de suas histórias e principalmente ver que estão bem. Eu ainda estava finalizando meu tratamento de radioterapia e ver outras mulheres que já passaram por todo processo e curadas me inspirou ainda mais. Além disso, registrar esse momento com meu cabelo curtinho, lidando com minhas cicatrizes, trouxe um olhar carinhoso para dentro de mim, me fez refletir sobre essa caminhada ao longo dos meses, tudo que passei e como fui forte, me ajudou a ter ainda mais orgulho da minha jornada e de quem eu sou.”

Larysa Vargas

“Quando descobri o diagnóstico, pensava: “se eu tirar o seio, é só colocar novamente”, mas não é bem assim. Tirei uma parte e isso fez com que eu questionasse toda a minha autoestima. A perda do cabelo também foi muito difícil, pois sempre fui muito vaidosa com ele, é bem cacheado e eu cuidava muito bem. Quando caiu, foi quando entendi que não tinha o controle sobre essa doença e teria que fazer o melhor para não sucumbir a ela.

Não se importar com o que as pessoas ao redor pensam de você me ajudou, pensava: “Por que não ser quem eu quero ser de verdade?” Foi aí que mudei minhas atitudes, minhas amizades, meu emprego e minhas metas de vida. Hoje eu vivo uma vida mais próxima do que eu queria do que antes. Autoestima lá em cima.

Sempre quis participar de um projeto assim, fiquei bem contente com o convite. Me senti muito confortável com todos da equipe e conheci pessoas incríveis.

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